Arquivo de setembro de 2022

Pesquisa da UFF e Observatório de Favelas sobre Violência Política repercute nas mídias

Postado por IEAR em 28/set/2022 - Sem Comentários


Dando continuidade e ampliando a última edição do estudo, que foi lançado em 2021, a UFF e o Observatório de Favelas, em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Witwatersrand (WITS), da África do Sul, com apoio da Fundação Heinrich Boll e da Open Society Foundations publicaram uma pesquisa que analisou casos de violência cometidos contra políticos e ativistas nas regiões da Baixada Fluminense e Baía da Ilha Grande entre janeiro de 2021 e junho de 2022.

Dos 31 casos de violência política mapeados pelo levantamento, 28 foram cometidos na Baixada Fluminense e na Baía da Ilha grande. O lançamento da pesquisa ocorreu na terça, dia 27 de setembro, e o livro com os resultados está disponível em https://bityli.com/pesquisaviolenciapolitica.

Veja a seguir algumas reportagens que repercutiram a pesquisa:


Correio Braziliense: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2022/09/5039836-rj-um-politico-e-assassinado-a-cada-45-dias-na-baixada-fluminense-diz-estudo.html

Jornal da Record:
https://noticias.r7.com/jr-24h/boletim-jr-24h/videos/baixada-fluminense-tem-uma-morte-de-politico-a-cada-45-dias-28092022

Jornal O GLOBO: https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2022/noticia/2022/09/baixada-fluminense-registra-uma-morte-de-politico-a-cada-45-dias-indica-estudo.ghtml

Rádio CBN: https://cbn.globoradio.globo.com/servicos/podcast/PODCAST.htm


Rádio Nacional: https://radios.ebc.com.br/tags/podcasts

Palestra Rede Argonautas: Aprendizagem, formação e vida

Postado por IEAR em 23/set/2022 - Sem Comentários


O professor Anderson Tibau e a Rede Argonauta de Pesquisadores em Antropologia e Educação convidam:

Lançamento da pesquisa “Violência Política na Baixada Fluminense e Baía da Ilha Grande”

Postado por Thiago Braun em 20/set/2022 - Sem Comentários

No dia 27 de setembro acontece o lançamento da pesquisa “Violência Política na Baixada Fluminense e Baía da Ilha Grande”, com transmissão ao vivo em nosso canal do Youtube!

👉🏾 Dando continuidade ao estudo “Violência e Política na Baixada Fluminense”, lançado em 2021, o objetivo da pesquisa foi analisar as diferentes formas de violências cometidas contra atores políticos nas regiões da Baixada Fluminense e da Baía da Ilha Grande entre janeiro de 2021 e junho de 2022.

🗓️ 27/09 (terça-feira)
🕘 Às 9h30
📍na sede do Observatório de Favelas
🔔 Ao vivo no Youtube

Canal Observatório de Favelas:
https://www.youtube.com/c/Observat%C3%B3riodeFavelas/featured

Canal IEAR Eventos:
https://www.youtube.com/channel/UCdzcxxuyko7eVUxA-2Hm_SA

Projeto Retomadas – Curadorias Indígenas e Descolonização dos Museus Públicos

Postado por Thiago Braun em 19/set/2022 - Sem Comentários

No dia 19/09 o Projeto Retomadas recebe Denílson Baniwa para a conversa *”Curadorias Indígenas e Descolonização dos Museus Públicos”*. Denilson Baniwa é indígena Baniwa, é um artista brasileiro, curador, designer, ilustrador, comunicador e ativista dos direitos indígenas. Conhecido como um dos artistas contemporâneos mais importantes da atualidade por romper paradigmas e abrir caminhos ao protagonismo dos indígenas no território nacional.

O artista já participou de diversas exposições, sendo algumas como “Dja Guata Porã” em 2017, no Museu de Arte do Rio; “Terra Brasilis: o agro não é pop!”, em 2018, na Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense; e, em 2019, a exposição “Vaivém”, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB). Em setembro de 2019, Baniwa participou de uma exibição internacional em Toronto, Canadá, do Arctic Amazon Symposium. Em sua carreira Denilson Baniwa também ganhou dois prêmios: o prêmio Festival Festas de Lisboa, em 2014, na categoria ilustração e o prêmio Pipa de Arte Contemporânea, em 2019, na categoria online. 

Atualmente, Denílson Baniwa está como curador da exposição “Nakoada: estratégias para a arte moderna” no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro-RJ. 

Data: 19 de setembro às 20h00.

Local: Canal do grupo de pesquisa Currículo, Diferença e Formação de Professores.

https://m.youtube.com/watch?v=LV2F581CexA

Mudança no Itinerário do BUSUFF

Postado por IEAR em 08/set/2022 - Sem Comentários


Comunicamos que o itinerário do transporte universitário BUSUFF sofrerá alterações que entrarão em vigor a partir desta segunda-feira, dia 5 de setembro.

O trajeto atualizado encontra-se abaixo:


Linhas de Ida:

12:45h – Retiro – Centro – IEAR (atualizado em 08/09/2022)
13:45h – Monsuaba – IEAR (atualizado em 08/09/2022)

16h – Monsuaba – IEAR
17:10h – Retiro – Centro – IEAR

16:15h – Pq. Mambucaba – IEAR (via Rio Santos)


Linhas de Retorno:

18:15h – IEAR – Monsuaba – Centro – Retiro (Retorno da tarde)

21:45h – IEAR – Monsuaba
22h – IEAR – Centro – Retiro

22h – IEAR – Pq. Mambucaba (Via Rio Santos)

Ressaltamos que o itinerário encontra-se em fase experimental, podendo ainda sofrer alterações. Esperamos atender novas demandas em um futuro próximo.





IV Colóquio Maternidade e Universidade 2022

Postado por IEAR em 08/set/2022 - Sem Comentários


Estamos retomando os eventos presenciais na UFF e é com grande alegria que comunicamos a realização, presencial, do IV Colóquio Maternidade e Universidade 2022 – Retorno Pós isolamento social organizado pelo Núcleo Interseccional de Estudos da Maternidade (NIEM), o evento terá quatro mesas nas quais mulheres professoras e discentes irão debater.

O Colóquio inicia os eventos de maternidade da UFF e tem o objetivo de discutir as demandas e avanços internos no que tange as questões materno-universitárias para posteriormente serem apresentadas no IV Seminário Nacional Maternidade e Universidade que se realizará em Outubro. Em sua quarta edição, a programação é integrada a ‘Agenda Academica UFF e a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), cujo tema é “Bicentenário da Independência: 200 anos de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”

O NIEM vem desde 2019 convocando toda universidade a refletir e estar mais consciente sobre as questões da maternidade universitária, o Colóquio foi evento/espaço criado através da necessidade de se discutir, aplicar e estudar as ações de combate a evasão acadêmica de estudantes mães.

O IV Colóquio terá quatro mesas nas quais mulheres docentes e discentes irão debater diferentes aspectos do tema.

Segue a programação:
10 h- Inauguração Oficial da 1a Sala de Apoio das Mães da UFF com a presença do Magnifico Reitor
11 h Mesa de Abertura: Como estão as mães da UFF? Parentalidades e Universidade
12 h – Mesa 2: Amamentação e Universidade – Projetos de apoio e incentivo à amamentação, desafios institucionais e avanços
14 h – Mesa 3 – Vivências das “Maternidades Acadêmicas
18h -Maternidade UFF e os interiores. Atividade de encerramento de modo remoto com objetivo de unificação das pautas matemas nas diferentes UFFS.

Todos os temas no contexto pós-isolamento social.

Data: 12/09/2022 (segunda-feira)
Hora: 10h às 22h
Locais; ICHF, IACS e remoto

O evento conta como horas extracurriculares e tem inscrição prévia através do link https://forms.gle/FnHQ6VyCwRP6Z8T5A

Disponível na bio @maesdauff

Projeto Retomadas: “Contracolonialismo no contexto dos museus públicos” com Sandra Benites

Postado por IEAR em 02/set/2022 - Sem Comentários


No dia 12 de setembro às 19h00 o Projeto Retomadas recebe Sandra Benites para a conversa “Contracolonialismo no contexto dos museus públicos”.

Nascida na Terra Indígena Porto Lindo, município de Japorã (MS), em 1975, Sandra Benites é mãe, pesquisadora e ativista Guarani. Atua como antropóloga, curadora de arte e educadora. Destaca-se por suas lutas em defesa dos direitos dos povos indígenas, sobretudo da demarcação dos territórios e da educação Guarani. Suas reflexões emergem de experiências com o “conhecimento das mulheres Guarani” (kunhangue arandu), resultando em debates e trabalhos acadêmicos, que fazem frente à colonização do conhecimento imposto por certo modo hegemônico de produção de saberes que pouco se dedicou às mulheres indígenas, não apenas no Brasil, mas nos diversos países habitados pelos povos Guarani. Benites realizou curadorias em museus – como a exposição Dja Guata Porã: Rio de Janeiro Indígena (2017) no Museu de Arte do Rio (MAR); a exposição Histórias Brasileiras (2022) no Museu de Arte de São Paulo (MASP)– e atuou em assessorias de projetos de educação, por exemplo, em iniciativas junto à Secretaria de Educação do Município de Maricá (RJ). Atualmente atua no Museu das Culturas Indígenas em São Paulo. Dentre suas publicações encontram-se artigos nos volumes Descolonizando a museologia e Ações e saberes Guarani, Kaingang e Laklãnõ-Xokleng em foco, ambos de 2020.

Data: 12/09/2022
Local: Canal do YouTube do Grupo de Pesquisa “Currículo, Diferença e Formação de Professores”
Link: https://www.youtube.com/watch?v=u3Nz0yhYuB8




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